| Publicado por: | leonardo |
| Data: | 20/01/2010 |
| Hora: | 12:05:16 |
| Página: | noticias |
| Na categoria: | Férias |
| Leituras: | 694 |
Cegos não podem mais andar em carrinhos de bate-bate, pois podem se machucar ao bater os carrinhos, diz um funcionário de um dos maiores parques de diversões de são Paulo.
O Play Center, primeiro parque de diversões do Brasil, foi aberto em São Paulo, em 27 de julho de 1973, com 50 mil m² de área e 20 atrações, entre brinquedos giratórios, teleférico, splash e a Super Jet, a primeira montanha-russa do país.
No último domingo 17 de Janeiro, o parque recebeu a visita de 8 jovens deficientes visuais, interessados em curtir seu domingo de sol nas atrações do parque. Empolgados e com bastante disposição foram a várias das atrações, passando por boomerang, loopingstar, evolution, barco viking, entre outros. O curioso nesse paceio, é que o brinquedo no qual quase foram impedidos de entrar foi justamente o bate-bate sob a razão mais inprovável possível. “_ Eles podem bater”.
“_ Seria cômico caso não fosse trágico, como é que alguém pode esperar não bater num brinquedo feito para esta finalidade?” diz Leonardo de Franco da Rocha.
Segundo os jovens, o operador do equipamento, que inicialmente se recusou a deixa-los entrar deu-lhes as costas, sem avisa-los que estava saindo enquanto chamava o gerente que demorou algum tempo a chegar. E quando chegou preferiu falar com um dos acompanhantes que era menor de idade em vêz de falar com os próprios deficientes segundo eles chegando a ser grosso e até mesmo a afirmar que estava falando com o acompanhante e não com as demais pessoas ali.
“_ Eu acho extranho, um parque onde dizem prezar pela inclusão terem esse tipo de atitude, dar as costas para noz e nos tratarem como crianças.” Diz Flávio de Francisco morato.
Certamente depois de uma boa meia-hora tentando convence-los o pessoal foi no bate-bate sobe ameaça de o equipamento ser desligado caso isso representasse risco a eles.
Obviamente tanto não representou riscos como a brincadeira foi repetida, mas a groceria também será repetida? Esta atitude nada divertida não deveria fazer parte do cotidiano de um “Parque de diversões”.
Fonte dos dados históricos: http://criancas.hsw.uol.com.br/playcenter1.htm
Redação Vanmix.com
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